quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

#14 Pausa para o café.

A xícara, a maçã, a bagana e o tédio.
Dá-me um beijo na fronte que o resto...
o resto é só resto.






Sempre-viva

Penetra tuas memórias
e deflora.
Depois amarra todas,
Puxa-lhes os cabelos
e degola.

Não olha.
Enterra.
Vai embora.

Volta.

Ali, um bouquet brotou.

Do ramalhete preso ao solo
elege a flor mais bela.
Com ela, orna teu cabelo,
te perfuma,
pega o resto
e joga fora.







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