sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

#15 Instante?


Da Poesia

Se é de meus cânticos que bebes
A frieza da poesia crua,
Crio pra ti os mais doces versos
E visto em negro a folha nua.

Mas se é de meus cântaros que verte
A alma da poesia pura
Não te acanhes e sacia-te!
Renasce a palavra a cada sepultura.

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Aquele gosto amargo do teu corpo ficou na minha boa por mais tempo....

Um comentário:

  1. Genio!
    Bravissima.
    Amei teu blog, a forma unica que encontrastes de colocar uma postagem com uma poesia como segundo plano e o principal (o titulo) ser, apenas, um pensamento. Uma frase solta.
    Achei bem interessante.
    Enfim, voltarei sempre que puder e te espero por la tambem. Beijos.

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